Presença e atenção em cada etapa.
Um acompanhamento próximo, respeitando as necessidades e objetivos de cada paciente.
Dor que não passa muda a rotina antes de mudar o exame. Atrapalha o trabalho, o sono, a disposição para o que você gosta de fazer — e vai sendo empurrada com analgésico até virar limitação. A fisioterapia ortopédica trata o que está por trás dessa dor: articulação, músculo, postura e o movimento que deixou de acontecer.
Na Reabilitare Prime, em Sarandi, o atendimento começa pela avaliação individual. A partir dela é montado o plano — o que tratar primeiro, com qual técnica, e o que muda na sua rotina enquanto isso. O número de sessões é definido ali.

Avaliação e tratamento individual, em Sarandi
A fisioterapia ortopédica cuida do sistema que sustenta e move o corpo: ossos, articulações, músculos, tendões e ligamentos. É a área que trata dor na coluna, no joelho, no ombro, lesões de treino e a recuperação depois de uma cirurgia ortopédica.
O que ela tem de específico é o ponto de partida. Em vez de tratar só onde dói, procura por que dói ali — e essa resposta costuma estar em outro lugar. Dor no joelho que vem da pisada, dor lombar que vem da falta de mobilidade do quadril, dor no ombro que vem da postura no trabalho. Na Reabilitare Prime, em Sarandi, é isso que a avaliação inicial procura.
Analgésico, gelo e repouso tiram a dor. Em quadro agudo, isso é necessário — sem alívio não há como se mover, e sem movimento não há tratamento. O problema é parar aí.
Quando só o sintoma é tratado, a dor costuma voltar assim que a rotina volta ao normal. É o padrão de quem melhora por três semanas e piora de novo. Tratar a causa significa recuperar o movimento que foi perdido, ganhar força onde ela falta e corrigir o que sobrecarrega — e essa terceira parte é a que evita a repetição.
A avaliação é um exame físico somado a uma conversa. Ela responde:
Exame de imagem não é obrigatório para iniciar. Quando existe, ajuda — mas laudo não substitui exame físico: há alterações de imagem que não geram sintoma nenhum, e dor real que não aparece em imagem alguma.
Cada região tem padrões próprios. Abaixo, as queixas mais frequentes na clínica e o que costuma estar por trás delas.
A queixa número um. Pode ser aquela fisgada ao levantar da cadeira, o travamento que aparece depois de carregar peso, ou uma dor surda que acompanha o dia inteiro. Em boa parte dos casos há perda de mobilidade do quadril e da coluna torácica, com a lombar compensando — e é a compensação que dói.
Quando a dor desce pela perna, o quadro pode envolver a raiz nervosa e o caminho é outro: veja fisioterapia para hérnia de disco.
Pescoço travado ao virar a cabeça, peso entre os ombros, rigidez ao acordar. Quem passa horas ao computador ou ao celular costuma chegar com esse padrão. Em parte dos casos a dor sobe para a cabeça — a chamada cefaleia cervicogênica, que começa na nuca e responde bem ao tratamento da cervical.
Dor na frente do joelho ao descer escada, ao agachar ou depois de correr é padrão comum, e nem sempre há lesão estrutural. Costuma envolver fraqueza de quadril, controle insuficiente do movimento e, às vezes, a forma da pisada — que pode ser medida por baropodometria.
Dor ao levantar o braço acima da cabeça, ao dormir sobre o lado, ao alcançar algo atrás. Tendinite e bursite são nomes que aparecem no laudo, mas o que costuma sustentar o quadro é a mecânica do ombro: escápula sem controle, musculatura profunda fraca e uma amplitude que foi sendo evitada.
Dor na virilha, na lateral do quadril ou na região glútea, que piora ao caminhar ou ao ficar muito tempo sentado. O quadril é peça central: quando perde mobilidade, a lombar e o joelho absorvem a diferença. Tratar o quadril resolve queixas que pareciam ser de outro lugar.
Dor no calcanhar ao pisar de manhã, dor na sola do pé, tornozelo que entorta com facilidade depois de uma entorse mal recuperada. O pé é a base de tudo o que vem acima — por isso a avaliação pode incluir a análise da pisada.
Além das queixas por região, há situações que têm condução própria.
Estiramento de coxa, panturrilha ou adutor tem fases bem definidas: proteção, recuperação de amplitude, ganho de carga e retorno ao gesto. Pular fase é o que mais causa recidiva — e a recidiva costuma ser pior que a lesão original.
Depois de cirurgia de joelho, ombro, coluna ou quadril, o acompanhamento segue o protocolo do cirurgião e tem etapas com hora certa para começar. É uma frente própria: veja fisioterapia pós-operatória.
Quando a dor lombar vem com irradiação para a perna, formigamento ou perda de força, o quadro pode envolver a raiz nervosa. O tratamento conservador tem abordagem específica, descrita em fisioterapia para hérnia de disco.
Dor que começa no meio do expediente e some no fim de semana tem um dado embutido: é a atividade que sustenta o quadro. Nesse caso, parte do tratamento acontece fora da clínica — ajuste de postura, pausas, forma de levantar peso. Sem isso, o alívio dura até segunda-feira.
Quatro etapas, e o conteúdo de cada uma muda conforme o caso.
O atendimento mais longo, e o que define todo o resto. Exame físico, histórico, leitura dos seus exames se houver, e entendimento da sua rotina.
Você sai sabendo o que foi encontrado, o que será tratado primeiro e com qual frequência. O número de sessões sai daqui — não antes, porque antes ninguém tem como saber.
As primeiras sessões costumam focar em reduzir dor e recuperar movimento. Depois entra o ganho de força e controle, que é a fase que sustenta o resultado. A evolução é reavaliada, e o plano se ajusta ao que o corpo responde.
O que fazer entre as sessões, como se posicionar no trabalho, quais exercícios manter depois da alta. É a parte que separa melhorar de continuar melhor, e é conversada durante o tratamento.
Conheça de perto a estrutura, os profissionais e a forma individualizada como acompanhamos cada paciente durante a recuperação.
Um acompanhamento próximo, respeitando as necessidades e objetivos de cada paciente.
O plano sai da avaliação, e é revisto conforme a evolução de cada caso.
Quanto antes o tratamento começa, menor costuma ser o tempo de recuperação.
Cuidar do corpo é rotina, não só resposta a um problema que já apareceu.
O tratamento considera sua condição, sua rotina e os resultados que você quer.
Agende uma avaliação e conheça um acompanhamento pensado para as suas necessidades, sua rotina e seus objetivos.
Da ortopedia à neuropediatria, sem precisar procurar outra clínica a cada necessidade.
O tratamento começa por entender o seu caso — não por um protocolo pronto.
Áreas diferentes, para que o seu caso caia com quem trabalha com ele.
O que muda, quando muda e por quê — acompanhado ao longo do tratamento.
Espaço preparado para atendimento individual, avaliação e exercício.
Acompanhamento especializado sem precisar se deslocar até Maringá.
Profissionais de áreas diferentes, para que o seu caso seja acompanhado por quem trabalha com ele.

Fisioterapeuta e CEO
CREFITO 328798-F

Fisioterapeuta Ortopédica e Coordenadora da Clínica
CREFITO 378947-F

Fisioterapeuta Ortopédica
CREFITO 382780-F

Fisioterapeuta
CREFITO 389104-F

Fisioterapeuta
CREFITO 349504-F

Fisioterapeuta
CREFITO 431378-F

Estagiária de Fisioterapia

Administrativo e Financeiro

Auxiliar Geral
Na página da equipe, a formação e o registro profissional de cada um.
Fale com nossa equipe e agende uma avaliação para entender qual é o melhor caminho para as suas necessidades.
Entre em contato para tirar dúvidas, agendar uma avaliação ou abrir a rota até a clínica.